Quarta-feira, Janeiro 13, 2010

Fotos e Videos sobre o Haiti - Tome Cuidado

Hoje vou falar de uma coisa não tão agradável. Não, não é simplesmente o terremoto do Haiti sobre qual toda a mídia fala, mas o de como podemos ser presas fáceis ao acontecer grandes problemas como esse.

É simplesmente normal, quando acontecem fatos assustadores como os que aconteceram recentemente a nossa curiosidade ficar instigadas e buscarmos mais e mais informações sobre o caso. Isso é o que nos leva ao grande problema das supostas fotos que chegam por e-mail na Internet e acabam causando outro problema pior ainda, o problema de acabar pegando um vírus.

Os grandes maliciosos da indústria dos vírus(sim, é uma indústria) usam desses momentos para pegar as pessoas despreparadas, como aconteceu recentemente no caso de Angra dos Reis. É simplesmente normal a partir dessa época chegar e-mails que prometem até mesmo conteúdo inédito e exclusivo, o que, leva a pessoa a instigada pela curiosidade clicar no link sem pensar e acabar sendo contaminada. Quais cuidados devemos tomar então em situações como essa?

Um cuidado inicial seria pesquisar em fontes confiáveis, a Internet está cheia de HOAX(falsas notícias, farei um artigo sobre isso brevemente) espalhados por aí, apenas em busca de sensacionalismo, por isso temos que tomar cuidado tanto com o que lemos como com o que repassamos para outras pessoas para não estarmos diretamente envolvidos na propagação desses Hoax.

Segundo cuidado é ter atenção especial ao acessar e-mail. É bom quando se está nesse ambiente(o web mail) agir como se estivesse andando naquela rua mais perigosa do seu bairro, a que você não anda tarde da noite e sempre olha para os lados. Então é válido:

Tomar cuidado com e-mails de remetentes desconhecidos: São os mais desconfiáveis, mas também não podemos condenar todo e-mail de quem não conhecemos, devemos apenas averiguar com cuidado pra não cometer erros.

Sempre desconfiar dos sensacionalistas: URGENTE, IMPERDÍVEL, SECRETO, REVELAÇÃO, e outros termos exagerados feitos propositalmente para chamar atenção, onde tiver sensacionalismo, cuidado.

Tomar cuidado com os e-mail mesmo os de amigos: Quando um amigo seu recebe um vírus no e-mail automaticamente ele usa o sistema do seu amigo para enviar e-mail para todos os amigos deles, então devemos tomar cuidado mesmo com e-mails de pessoas confiáveis.

Preste atenção na interface: Memorize, se familizarize, com a interface(ou parte gráfica) do seu sistema de e-mail(hotmail, Yahoo, GMail) para não cair em falsas armadilhas, existem e-mail que eles mandam links disfarçados de arquivos anexos, mas quem conhece bem a interface vai perceber que tem algo diferente ali.

Veja o endereço para o qual está sendo direcionado: Ao botar o mouse sobre qualquer link em um site ou e-mail, apenas olhando para a barra de Status no navegador podemos ver para qual endereço estamos sendo direcionados, assim se eu recebo um e-mail de Cartão do terra e o endereço pra visualizar é http://me.couchfull.xpg.com/uid=13245654632316 certamente estou sendo direcionado para outro endereço porque o certo seria começar por www.terra.com.br visto que é um cartão do Terra.

Extensões de arquivos:
Ao receber arquivos anexos, via MSN ou clicar no link sempre olhe a extensão do arquivo(aquelas três letras que vem depois do nome, tipo "Carlos.jpg", o nome do arquivo é "Carlos" e a extensão "jpg", o que indica que é um arquivo de foto), a extensão indica que tipo de arquivo é, extensões que podem ser vírus(exe, cmd, scr, por exemplo) não devem ser baixadas, salvo quando você está pro exemplo fazendo download de um programa(normalmente .exe).


Essas e outras dicas se fazem fundamentais nesse momento tão perigoso, vou buscar dar novas dicas de segurança num próximo artigo, desde já, cuidado com as tais fotos e vídeos do Haiti, pois podem ser seu passaporte para perder mais um dia de sucesso no seu trabalho por causa de um vírus.

Sábado, Setembro 05, 2009

Escrevi um poema
para o sorisso de Beatriz.

- rasguei, olhei para Beatriz

Quebrei uma pena
para escrever seu nome

anulei tudo,

anulei,

casa
time
interesse
vida

não consegui alcançar o sorriso de Beatriz.

Segunda-feira, Agosto 17, 2009

Sr Otávio

Sentado ao lado, movimentava as pequenas peças frágeis de vidro sobre
o tabuleiro de xadrez que são seus próprios pensamentos, quando ela
chegou, nem finalizara um roque. Uma pergunta o interrompeu:

- Que música é essa?

Ele parou um instante, virou lentamente a cabeça até ela sem nem mesmo
olhar para o seu rosto molhado da chuva, voltou a sua cabeça para dentro do umbigo e continuou a olhar o vazio. Ela perguntou:

- Amor, ta acontecendo algo?

E ele responde com ar de fim de assunto:

- Chopin.

Ela inquieta-se por dentro sem ousar dar mais um passo a frente. Não sabe o que existe, não sabe o que irá enfrentar, está despreparada e não tem armas para usar naquele instante. Ele olha mais uma vez, responde vazio palavras que não são compreendidas e nem emitem som e novamente, abaixa a cabeça olhando o chão com tristeza num olhar que parece não saber para onde olha.

Ela percebe que aqueles olhos estão perdidos, observa uma gota espremer-se deles e pular em queda livre ao chão, percebe mãos frágeis que já não fazem nada, um silêncio nas pernas, ela enxerga um animal vencido pelo medo a tal ponto que não tem mais medo, apenas espera que algo o aconteça. Súbito, uma frase interrompe a cena.

- Está tudo bem, só queria ouvir música.

Demorara tanto a responder, mas fora belo o sorriso bobo que acompanhava a segunda oração, “só queria ouvir música”. Ela já tinha esperanças e percebeu uma brecha para chegar mais perto. Ele ainda estava com a mesma roupa que o vira 30 minutos atrás e ela não poderia perder a oportunidade para aproximar-se:

- Estão esperando o “homem dos discursos”. Estão todos lá embaixo, a Carmen e o Léo esperam ouvir algo de você essa noite, como você sempre fez, não deixaria de fazer no casamento de sua filha. O que olhas pelo vidro?

- A cidade, a cidade com seus pequenos prédios cheios de luzes é tão estranha. Sabia que existe um botão que resolve todos os males de um homem? Eu pensei em apertar ele hoje, não sei, ainda estou com o dedo ao redor.

- Mesmo? Que botão é esse?
Apenas um novo olhar respondia, dessa vez mais sério, depois a resposta de quem esconde suas verdades:

- Nada não, besteira.

- O que você está bebendo?

- Não bebi ainda. Já estou descendo, se eu não descer em 20 minutos, por favor, peça para o Maciel, somente o Maciel, vir aqui falar comigo.

Ela vai até a porta e antes de atravessá-la pára um instante para olhar atrás e dar um suspiro, voltando-se liberta o que tinha dentro do peito.

- Eu também vou sentir falta de Carmen, mas é preciso saber – respira – é preciso saber que ela tem que seguir a própria vida, todos têm o direito de amar e eles se amam tão lindo. Acha que não fiquei triste? Eu chorei ontem a noite toda, fui para a cozinha, não queria que você percebesse. Amor, independente de qualquer coisa, você é e sempre será o homem da nossa vida. Estou te esperando.

Ele solta o copo em cima da pequena mesa ao seu lado entre lágrimas e consola o coração da sua esposa:

- Eu estou indo, por que você está tão molhada?

- Fui te procurar lá fora – entre risos – nem sabia mais onde te achar, você deu realmente um nó em todos nós, estamos esperando, faça o melhor discurso da sua vida.

Enquanto ouve os passos cada vez mais longe ele abre o paletó e pega o charuto, fuma aquele charuto como se saboreasse uma mulher. Depois pega o copo e leva até a boca pensando nos enganos da sua esposa e que a sua tristeza nada tem haver com o casamento, mas é apenas uma carga pesada que carregara toda a sua vida inútil e agora tentava se desvencilhar. Não bebe, lembra-se que falou que estria descendo.

Nesse momento, levanta seu corpo cansado da cadeira que demorou a conquistar, joga o veneno que estava todo aquele instante no copo sobre a pia e ajeitando a gravata sorri imaginando como iniciará o seu próximo discurso.
Do saguão do prédio as palmas interrompem o que os homens chamam de noite, talvez tenha sido o melhor dos seus discursos. Do longe ouve-se uma voz dizer “esse é o velho Otávio, não perdeu o jeito”.

Quinta-feira, Julho 23, 2009

Gripe Suína




Em meio ao alerta da OMS sobre uma possível pandemia da gripe suína, a designer americana Irina Blok criou com um humor especial uma série de máscaras cirúrgicas modernas e fashion.

Veja na Wikipedia tudo sobre a Gripe Suína.[cilque aqui]

* 1 Gripe suína zoonótica
* 2 Influenza A (H1N1)
o 2.1 Progressão, sintomas e tratamento
o 2.2 Formas de contágio
o 2.3 Surto de gripe suína de 2009
o 2.4 Vacina
* 3 Referências
* 4 Ver também
* 5 Ligações externas

Como identificar Gripe Suína

Segunda-feira, Junho 29, 2009

Marcapasso

marca passo, samba
sai do seu regaço
leva no compasso
com passos de anja
bate o pé no chão
vira tudo
bate é o coração
vazio e sem ilusão
marca passo e tira a pressão.

A menina e a chuva

Ela olhava pura para a vidraça molhada e ficava perdida na imaginação. Não se sabe ao certo se era fim de tarde ou início de dia, sabia-se que os pingos de chuva molhavam a janela trazendo uma escuridão na casa. Ela sorria. Tantas coisas pra fazer e ela ficava ali parada, admirando.
- Ficou besta menina? Vai me deixar fazer tudo sozinha agora é? Sai daí.
Sua mãe nem entendera o que lhe prendia parada no sofá, pés fora do chão, braços abraçando as pernas e um sorriso tão fantasioso que ela parecia estar em outra galáxia. Olhou então assustada diante do segundo chamado da mãe que mais forte tinha um tom de ameaça. Levantou-se rapidamente, seguiu para a cozinha, ainda na porta para a cozinha, voltou em uma leve corridinha e olhou mais uma vez a vidraça. A mãe surge das sombras e fecha as cortinhas, “Não sei o que essa menina de tão besta vê nessa janela”, falando isso, ela a puxa pelo braço a cozinha, tinha muita louça para lavar.
Pegou-se brincando com a água que escorria pelos pratos e pensando novamente na janela, apaixonou-se pela visão que teve e a iluminação dos trovões daquele dia. Por uma vidraça na cozinha ainda conseguia ver a sua luz. Voltando para a sala não tinha mais gotas na janela, a chuva havia passado, abriu a porta e saiu correndo pela relva verde com uma incrível sensação de liberdade. Reduzindo os passos, parou. Agora se encantara com o arco-íris que atravessava os montes.

Quinta-feira, Junho 25, 2009

O Universo

Dois corpos, no meio o infinito. Um infinito de pensamentos,idéias, momentos, isntante gentis, momentos ruins, desânimos, desculpas, verdades, mentiras, luz, imagem, formas desconcertadas e alianças. As vezes eu me arrisco em navegar nele e vou flutuando, com um receio típico de quem sabe que poderá encontrar o que não quer na próxima esquina, outras, fico do meu ponto observando como ele se desenvolve, em alguns momentos a trago comigo e padeço quando não encontro-a.

Aí o universo fica num negro vazio, quando ela não está. Recolho meus sentimentos nele e sento-me a beira do precipício para investigar um a um, assim, quando ela chegar estarei certo do que usarei da próxima vez. Tenho cuidado com o que jogo sobre ele, tudo desliza macio nesse universo e num segundo pode voltar como eu nunca esperaria. As vezes nem posso surfar livremente, teno medo de desencantar. Tenho medo de perdê-lo um dia e voltar pra casa com as mãos no bolso, chutando o lixo na rua, desencontrado, sem sentimentos no coração.

Se isso acontecesse, como seria? Ainda não fui corajoso o suficiente para experimentar, por isso colho meus pólos e os seleciono com critério antes de jogar ao espaço, resisto ao seu delizar, amarro uma linha e vou controlando sua passagem entre as massas de ar. Ainda não decifrei os mistérios.

Mas quando ela põe o seu delicado pé nas nuvens negras a luz anuncia sua chegada. É tudo um brilho radiante que vai tomando conta das coisas, eu consigo ver e meus olhos pasmam com o que vêem. Sinto fluir uma energia e todas as artérias do universo pulsam idéias, sentimetnos, sensações, emoções, coisas vivas. E ela vem andando e iluminando, sorrindo, brilhando. Meus olhos se encantam tanto com sua ternura macia, as vezes ela tenta se fazer de má, mas teu corpo não deixa mentir a delicadeza que tem em espírito.

Novamente o universo tornou-se um jardim de flores coloridas, aromas inefáveis, sabores que passeiam pelo ar como fantasmas coloridos em volta do meu corpo. Consigo tocá-los e sentir seu gélido passar, colho flores para transformar em versos, ela não me quer cantando as coisas meigas que existem ali, não sei o porquê. E eu mergulho como uma criança brincando num lago, deslizando, dançando, sorrindo, encontrando-a, correndo de mãos dadas, antes que ela retorne ao seu lar e tudo volte a ser uma imensidão de vazio infinito.

Segunda-feira, Junho 08, 2009

Boneca de Pano

Deitada na cama, pernas abertas, cabelos espalhados, ela é o grande desejo de Isabele. Seus olhos radiantes permeiam um universo além, sonham com Isabele, com seus carinhos, quando a carrega no braço feliz, sorrindo a boneca de pano fica lá, toda estiradinha no braço esquerdo de Isabele. Ela ama quando Isabele a leva para contar histórias, ela diz assim "oh minha filhinha, eu te amo tanto", então, dá-lhe um beijo e vai dormir. Dormir abraçadinha com sua boneca de pano.

Dona Martha, avó de Isabele, sempre vinha arrumar o quarto nas manhãzinhas, olhava para a boneca de pano com um sorriso dócil e gentil que só as velhinhas tem. Foi ela quem escolheu o nome, ela dizia "hummmmmmmmmm, Larissa, o nome que seria da minha segunda flha", Isabele sorriu, e assim se deu.

Quando dona Martha faleceu, Isabele chorava dia e noite com Larissa, nem comia, Larissa cheia de lágrimas abraçava Isabele com o coração, e as duas ficavam ali paradas, nem comiam. Um dia foram até ver o mar, Larissa toda despojada no colo de Isabele, sorrindo como sempre e com seus olhos brilhantes. Isabele acariciando seus cabelos dizia, "nunca vou te abandonar", chegou até a escrever por dentro das vestes de Larissa, num lugar onde só elas duas sabiam.

Elas iam para o parque, brincavam de casinha, ficavam brigdas com os meninos. Isabele sempre dizia "nem Larissa quer falar com você, não é Larissa?", e sacodia a cabeça dela duas vezes, "tá vendo? ela disse que é". E todos faziam as pazes com Isabele, a maioria das vezes, só para voltar a falar com Larissa.

O primeiro namorado de Isabele era só ciúmes, reclamava dela levar a boneca pra todos os cantos parecendo uma menininha, Isabele terminou com ele. O segundo brigava porque ele deu tantas bonecas e ela só ficava com Larissa, mas teve que se acostumar. Ela também não resistia ao olhar fulminantes de Larissa, e se apaixonara por ela. Eram um triângulo amoroso, Larissa fazia parte de todos os programas da família.

Um dia, a pequena Renata estava mexendo nas coisas da vó, mexendo, mexendo, mexendo, aquela menina apimentada achava coisas e trazia para a vó. Primeiro foi um livro, bem antigo que a vó tinha, da sua infância. Depois trouxe um brinquedo lindo, que acendia as luzes, sua vó disse, "foi da sua mãe", na terceira vez ela veio correnodo e gritando.

- Vóvó, vovó, vó Clara, dá pra mim.

Quando sua vó olhou, percebeu uma pequena boneca que sua neta trazia nas mãos, brilhantes como nenhum brinquedo moderno jamais seria, um pouco empoeirada. Tirou a poeira do seu rosto e viu um sorriso mágico surgir, o que lhe trouxe mais uma lágrima:

- Oh minha netinha, essa é Larissa, o tesouro mais precioso que minha mãe já esteve no mundo - olha para o alto e enxuga as lágrimas - Larissa é um amor inseparável na vida da nossa família. Que Deus um dia lhe dê vida para que possa encantar os homens.

E Larissa sorriu, como sempre sorri delicadamente.

Terça-feira, Junho 02, 2009

Raquel e a Borboleta

Era mais um dia chuvoso de inverno, ela olhava os pingos d'água saltando no vidro da janela e caindo vagarosamente, como que cansados duma grande batalha. Seu humor era o mesmo, um vazio percorria seu dia, a fatla de alguma coisa que não sabia bem dizer o que percorria sua espinha e desfazia a felicidade.

Sentada no canto, abraçando as pernas, ela só olhava, com a ternura de seu rosto entristecido, parecia até mentira, bela como um anjo e tão distante das miríades celestes, parecia que não era seu lugar, parecia que algo errado se deu na criação do mundo, era uma humanidade falida que não sabe viver ou um povo que não sabe olhar para a riqueza de sua terra. Mas ela continuava ali, calada, intacta, observadora.

Até que algo acertou a janela, ela deu outro olhar, curioso. Correu como uma socorrista numa emergência e abriu a janela. Pegou a borboleta que estava já caida no parapeito, molhada da chuva, trouxe-a nas mãos com uma dó no coração de rachar a face de qualquer criança saltitante. Encostou-a enre as roupas, enxugou as asinhas e já desanimada sentou novamente em seu lugar, pensativa, de olhos fechados.

Ao olhar mais uma vez para a pequena borboletinha, viu ela saltar em vôo e pousar sobre o seu joelho, aquilo era o sinal duma nova amizade, ficou olhando parada, surpresa, a beleza de suas asas, estendeu-lhe o dedo e lá foi a borboleta para aquele lindo dedinho, sorriu, e a borboleta assustou-a quando foi pousar na ponta do nariz, fechou os olhos, ergueu o rosto sorrindo, viva, sorrindo viva, vivamente feliz, e a borboleta passeava pelo seu rosto como uma mão que acaricia um rosto com ternura.

Então sentiu que era o dedo de Deus, que conhecendo sua ternura, nunca permitira sua tristeza.

Quarta-feira, Maio 27, 2009

olhar felipe





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